BREVE HISTÓRIA

Que saibamos, nenhum documento nos remonta a uma data exacta, nem às cláusulas ou estatuto da criação da Santa Casa de Misericórdia de Coruche.
Através da consulta de documentos existentes no arquivo da Santa Casa da Misericórdia, avoluma-se a ideia de que, inicialmente, a Casa da Santa Misericórdia, como era designada ainda em 1584, se dedicava a obras de caridade de feição exterior, socorrendo os pobres e os enfermos, em suas próprias casas, e encarregando-se também de encomendar a Deus a alma dos defuntos.
Inicialmente a Misericórdia não dispunha de bens próprios, vivendo apenas de esmolas, havia o costume antigo de pedir esmolas pela Vila, aos Domingos e Quartas Feiras, com uma alcofa, para sustentação dos pobres e presos.
Entre os anos de 1564 e 1579 e por decisão de El Rei “ D. Afonso VI “a confraria de Nossa Senhora da Purificação e S. Braz, detentora de hospital e da Confraria de Nossa Senhora da Conceição, ambas possuidoras de bens próprios, foram anexadas à confraria da Misericórdia, que passou a gerir todos os bens.

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DESTAQUES

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O ministro da Saúde, Paulo Macedo, e o vice-presidente da Administração Regional de Saúde e Lisboa e Vale do Tejo, Luís Pisco, inauguraram no dia 30 de Maio a Unidade de Cuidados Continuados Integrados (UCC) Luís Dias, da Santa casa da Misericórdia de Coruche. A UCC Luís Dias, nome de anterior provedor da instituição, que iniciou actividade a 2 de Maio, conta com 15 camas de longa duração e manutenção e 15 camas de média duração e reabilitação, e tem já completa a sua taxa de ocupação, passando a integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).O projecto teve um custo global de 2,6 milhões de euros, suportado pela instituição e com apoios públicos de 500 mil euros (autarquia), correspondentes a 25 por cento, e 750 mil euros (Ministério da Saúde). O equipamento foi construído de raiz junto ao Lar do Monte da Barca, também da Misericórdia.Recorde-se que ARSLVT e Misericórdia de Coruche assinaram, a 29 de Março, protocolo no âmbito dos cuidados continuados, que permitia apoiar o funcionamento das 30 camas. O acordo chegava depois de os responsáveis da instituição terem mostrado a sua preocupação com o facto de a UCC estar concluída desde final de 2011 e pronta a funcionar, mas ainda sem os acordos com a tutela firmados.